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	<title>Arquivos artigo mth - Manaus Tech Hub</title>
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	<description>Um espa&#231;o de inova&#231;&#227;o e empreendedorismo</description>
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	<title>Arquivos artigo mth - Manaus Tech Hub</title>
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		<title>Como o trabalho de pesquisa aplicada poderá auxiliar na tecnologia 5G em 2022?</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/como-o-trabalho-de-pesquisa-aplicada-podera-auxiliar-na-tecnologia-5g-em-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 22:08:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no TI Inside (Clique aqui). Fora do laboratório, a história é outra. Um dos maiores desafios do setor de inovação tem sido explicar o porquê se investir tanto em tecnologia e porque ela é tão importante para o desenvolvimento da humanidade. Diante deste cenário, a pesquisa aplicada busca demonstrar no mundo real [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Artigo original publicado no TI Inside (<a href="https://tiinside.com.br/20/01/2022/como-o-trabalho-de-pesquisa-aplicada-podera-auxiliar-na-tecnologia-5g-em-2022/">Clique aqui</a>).</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Fora do laboratório, a história é outra. Um dos maiores desafios do setor de inovação tem sido explicar o porquê se investir tanto em tecnologia e porque ela é tão importante para o desenvolvimento da humanidade. Diante deste cenário, a pesquisa aplicada busca demonstrar no mundo real tudo o que funciona dentro de um ambiente controlado.&nbsp;</p>



<p>Boas ideias podem parecer intangíveis, mas é assim que são desenvolvidos produtos e soluções que revolucionam o cotidiano das pessoas. Com o 5G não é diferente. Protagonizando os noticiários de 2021 e responsável pelo maior leilão da história brasileira, a tarefa de casa de muitos institutos de pesquisa é buscar cada vez mais aplicabilidade deste avanço tecnológico.&nbsp;</p>



<p>Segundo dados informados pela CNN, no final do evento, o saldo era de R$ 46,7 bilhões movimentados e cinco novas operadoras de telecomunicações no Brasil. Durante o leilão, as empresas arremataram alguns blocos de frequência de transmissão do 5G. Portanto, a nova ferramenta não auxilia apenas na área de telecomunicação, mas também em saúde, indústria, agricultura entre outros.&nbsp;</p>



<p>Com isso, o Brasil passou a integrar a lista de mais de 60 países que possuem rede de 5G, e a expectativa é de que os próximos anos envolvam a expansão dessa rede pelo mundo e o surgimento de novas aplicações. Sendo assim, será possível ver a popularização de tecnologias que eram caras e inviáveis funcionar em escalas maiores – como monitorar remotamente uma plantação em fazendas ou auxiliar a telemedicina em cirurgias à distância, pela baixa latência que o 5G proporciona.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para que isso seja possível, a pesquisa aplicada entra em todas as áreas e verticais de uso da nova tecnologia. A ideia desse tipo de pesquisa é entender o problema da indústria e resolver antes do 5G se tornar uma tecnologia pública já que, a partir disso, o consumidor final vai querer utilizara solução. Para os investidores, a aplicabilidade deve ser ainda mais tangível, já que quem coloca dinheiro em projetos promissores precisa enxergar a viabilidade da proposta.&nbsp;</p>



<p>Neste ano, disputarão espaço no palco principal o 5G e o metaverso, mas não quer dizer que essas duas frentes não possam caminhar juntas. Estar nos holofotes é a ponta do iceberg de tudo o que já foi desenvolvido e é um &#8220;gostinho&#8221; do que ainda está por vir. &nbsp;&nbsp;</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><em>Paulo Melo, psicólogo, com mestrado em psicologia cognitiva e doutorado em desenho industrial pela TU/e. Atualmente, ele é gerente sênior do Sidia, que trabalha com tecnologias emergentes para clientes globais.&nbsp;</em></p>
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		<title>Artigo: Como o trabalho de pesquisa aplicada pode ajudar outras regiões a se tornarem polos de inovação?</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/artigo-como-o-trabalho-de-pesquisa-aplicada-pode-ajudar-outras-regioes-a-se-tornarem-polos-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 17:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal TI Inside (Clique aqui). Não é novidade que a pesquisa aplicada tem sido cada vez mais importante. Mas, para quem não faz parte desse universo, o conceito pode soar ainda confuso. Por isso, antes de entrarmos no foco desse artigo, vou explicá-lo brevemente. O principal objetivo da pesquisa aplicada é gerar conhecimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/artigo-como-o-trabalho-de-pesquisa-aplicada-pode-ajudar-outras-regioes-a-se-tornarem-polos-de-inovacao/">Artigo: Como o trabalho de pesquisa aplicada pode ajudar outras regiões a se tornarem polos de inovação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><meta charset="utf-8">Artigo original publicado no Portal TI Inside (<a href="https://tiinside.com.br/15/12/2021/como-o-trabalho-de-pesquisa-aplicada-pode-ajudar-outras-regioes-a-se-tornarem-polos-de-inovacao/">Clique aqui</a>).</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Não é novidade que a pesquisa aplicada<strong> </strong>tem sido cada vez mais importante. Mas, para quem não faz parte desse universo, o conceito pode soar ainda confuso. Por isso, antes de entrarmos no foco desse artigo, vou explicá-lo brevemente. O principal objetivo da pesquisa aplicada é gerar conhecimento para aplicação prática e imediata, ou seja, chegar ao mercado final. Um bom exemplo é quando um estudante de mestrado faz uma pesquisa e ela tem potencial de virar um produto/serviço real. </p>



<p>Mas, como&nbsp;o trabalho de pesquisa aplicada pode ajudar as regiões a se tornarem&nbsp;pólos&nbsp;de inovação? Antes de tudo, é necessário apostar&nbsp;em produtos com potencial de mercado e que geram impacto na economia local.&nbsp;Segundo levantamento realizado pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a evolução da disseminação de parques tecnológicos no país nos últimos 10 anos teve um salto de 20% para 55%, uma alta de 175%. A maior parte destes parques está localizada na região Sul do país, 28 no total. 19 estão na região Sudeste, sete na região Nordeste, três no Centro-Oeste e um na região Norte.&nbsp;</p>



<p>De olho nesse crescimento, fica cada vez mais evidente que o não investimento em pesquisa aplicada representa perda de espaço no mercado e capacidade de inovação, gerando desvantagens competitivas para todo o país. Pensando nesse cenário, uma boa alternativa é&nbsp;cocriar e explorar habilidades complementares entre organizações. Além da possibilidade de causar um grande impacto, o trabalho cooperado acelera e entrega melhores resultados.&nbsp;</p>



<p>O primeiro passo para a consolidação de um polo é as regiões mapearem as habilidades técnicas, cadeias produtivas e vocações. Os governos também devem estar alinhados para que, do ponto de vista legal, o ambiente seja propício para o desenvolvimento de novos negócios, tornando a região promissora e com políticas públicas definidas.&nbsp;</p>



<p>De acordo com&nbsp;um levantamento feito pela agência de classificação de risco Austin Rating, considerando 50 países, o Brasil ocupa a 38ª posição no ranking de crescimento econômico mundial. Porém, quando falamos&nbsp;de inovação, o Brasil fica em 57º lugar entre 132 países, sendo assim, podemos dizer que o país não produz pesquisa aplicada de forma proporcional à sua produtividade econômica.&nbsp;</p>



<p>Por fim, o poder da inovação aberta é muito grande e com o uso de recursos tecnológicos se ampliou ainda mais. Ações cooperadas entre empresas, governo e outros atores podem gerar ótimos resultados, principalmente se o ambiente regulatório acompanhar as necessidades de atualização. Posto isso, o incentivo e investimento à pesquisa aplicada tornam-se essenciais, tendo em vista o poder de influenciar diretamente a sustentabilidade e crescimento de todo nosso país.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a href="https://tiinside.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Daniel-Goettenauer_MTH.jpeg-e1632431743834.jpg"><img decoding="async" src="https://tiinside.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Daniel-Goettenauer_MTH.jpeg-e1632431743834-696x485.jpg" alt="Daniel-Goettenauer_MTH" width="201" height="140" title="Daniel Goettenauer_MTH.jpeg"/></a></figure>



<p>Daniel&nbsp;Goettenauer, especialista em Inovação do Manaus Tech Hub, iniciativa do<a href="https://www.sidia.com/">&nbsp;Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia</a>&nbsp;com o propósito de contribuir com o ecossistema de inovação da região.</p>
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		<title>Amazônia, berço de&#8230; startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 18:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original para o TI Inside. A maior floresta tropical do mundo. Esse é o título da floresta tropical amazônica, que cobre grande parte do noroeste brasileiro e se estende até a Colômbia, Peru e outro países da América Latina. Atravessada por milhares de sinuosos rios, dentre eles o Rio Amazonas, a região concentra importante [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://goettenauer.medium.com/?source=post_page-----f98432e4c917--------------------------------"></a></p>



<p id="13fc"><em>Artigo original para o <a href="https://tiinside.com.br/23/09/2021/amazonia-berco-de-startups/">TI Inside</a>.</em></p>



<p id="13fc">A maior floresta tropical do mundo. Esse é o título da floresta tropical amazônica, que cobre grande parte do noroeste brasileiro e se estende até a Colômbia, Peru e outro países da América Latina. Atravessada por milhares de sinuosos rios, dentre eles o Rio Amazonas, a região concentra importante parte do bioma natural do Brasil, com cerca de 2,5 milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de plantas e cerca de 2 mil aves e mamíferos.</p>



<p id="334a">Nos últimos anos, falou-se ainda mais sobre a região, justamente pelas incontáveis queimadas e problemas de preservação da natureza local. Porém, o que pouco se fala é que a Amazônia tem se tornado um berço não só para as espécies acima citadas, mas também para as startups.</p>



<p id="806b">Esse é um ecossistema ainda em formação e que vem se estruturando melhor a cada ano. Nós, que já atuamos no setor de inovação e tecnologia há alguns anos, conseguimos notar que os investimentos em startups locais acontecem e, ainda que pontuais, ajudam no crescimento do mercado e elevam as chances de sucesso e ganhos de escala dessas iniciativas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://miro.medium.com/max/2000/1*ZWhWgivZDFlnOvyCfcrgsQ.jpeg" alt="" width="506" height="362" /><figcaption>Teatro Amazonas — Manaus, AM (Foto: Daniel Goettenauer, 2021)</figcaption></figure></div>



<p id="cbfa">Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), Manaus concentra hoje 84 startups, sendo os principais segmentos Educação, Saúde e Eventos. Além disso, 38,8% delas atuam com foco em B2B, 14,3% em B2C e 36,7% em B2B2C. 48,6% dessas startups manauaras já estão em fase de tração e apenas 8,6% já alcançaram a fase de escala.</p>



<p id="7aa6">Tais dados reforçam um ponto que sempre abordamos em nossa equipe. A importância dos hubs de inovação para impulsionar esses novos negócios. Esses hubs são atores importantes e têm a função de conectar o máximo possível de oportunidades, uma das estratégias para isso é gerar densidade em seu ambiente de forma que mais conexões aconteçam.</p>



<p id="c1cd">As startups da Amazônia têm impulsionado a bioeconomia local, gerando soluções diferentes para problemas enfrentados da mesma forma por décadas. Felizmente, hoje já contamos com cases de sucesso, como a Eu Direto, UME, eMercado, Communy, Trocados, Onisafra, Manaós Tech, entre outras.</p>



<p id="0099">Essas soluções brasileiras nascem de necessidades identificadas localmente e podem levar vantagem principalmente na fase de pesquisa e identificação da real dor do público-alvo. Ou seja, quase todas as iniciativas que temos em Manaus são criadas por meio de problemas do dia a dia, das pessoas comuns, que procuram por facilidades para que possam levar uma vida melhor, em diferentes aspectos.</p>



<p id="9fbf">O ecossistema de inovação da Amazônia ainda está em desenvolvimento e estruturação, mas acredito que estamos no caminho certo. O incentivo local, a proliferação de novos agentes focados na inovação e as demandas geradas pelas empresas da região favorecem o fortalecimento das ações e dos resultados alcançados de forma ágil, com menos esforço e mais dinamismo. Essa tração impulsionada pelas startups traz visibilidade e norteiam os caminhos da inovação em Manaus e região.</p>



<p id="6228"><em>*Daniel Goettenauer, especialista em Inovação do Manaus Tech Hub, iniciativa do Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia com o propósito de contribuir com o ecossistema de inovação da região.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/amazonia-berco-de-startups/">Amazônia, berço de&#8230; startups</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
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		<title>A inovação aberta é o caminho para a retomada da economia</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/a-inovacao-aberta-e-o-caminho-para-a-retomada-da-economia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2021 15:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no blog da Distrito (Clique aqui). A pandemia da Covid-19 acelerou o processo de transformação digital no mundo todo. Para permitir a continuidade das atividades e a retomada da economia durante o isolamento social, muitas empresas precisaram incorporar a inovação tecnológica aos processos e, com isso, as startups fecharam o ano de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/a-inovacao-aberta-e-o-caminho-para-a-retomada-da-economia/">A inovação aberta é o caminho para a retomada da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no blog da Distrito (<a href="https://distrito.me/retomada-da-economia/">Clique aqui</a>).</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A pandemia da Covid-19 acelerou o processo de transformação digital no mundo todo. Para permitir a continuidade das atividades e a retomada da economia durante o isolamento social, muitas empresas precisaram incorporar a inovação tecnológica aos processos e, com isso, as startups fecharam o ano de 2020 com números excelentes. </p>



<p>De acordo com o mapeamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), no ano passado o ecossistema teve crescimento de 20% em relação a 2019. O levantamento Inside Venture Capital Brasil, realizado pelo Distrito, aponta que em 2020 foram realizados investimentos nas startups brasileiras que totalizaram US$ 2,87 bilhões, com aportes no formato venture capital – focados em negócios com alto potencial de crescimento – distribuídos para 426 empresas.</p>



<p>Porém, a demanda por inovação em diversos setores ainda deve crescer exponencialmente nos próximos anos, pois de acordo com especialistas, ela será o diferencial para assegurar a sustentabilidade dos negócios no período da plena retomada das atividades econômicas. No setor industrial, por exemplo, segundo o levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 31% dos empresários acreditam que a procura pela inovação será alta ou muito alta nos próximos anos, e que ela determinará o crescimento ou sobrevivência de 83% das indústrias.&nbsp;</p>



<p>Isso exigirá um crescimento significativo na produção de soluções tecnológicas e, para atender a essa urgência do mercado com as atuais estruturas sem precisar despender grandes investimentos, será necessário que as startups realizem projetos de inovação aberta.</p>



<p>E quando falamos sobre<a href="https://distrito.me/inovacao-aberta-open-innovation/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;inovação aberta</a>&nbsp;ou open innovation, estamos nos referindo à colaboração de diversos atores do ecossistema, inclusive de empresas consideradas concorrentes. Essa troca permite avançar no desenvolvimento de novas tecnologias em produtos e processos, aumenta exponencialmente o networking, pois possibilita a cooperação com profissionais de outras áreas, empresas, universidades, órgãos públicos, etc.</p>



<p>Um exemplo de iniciativas que promovem a integração entre empresas do ecossistema de startups é o programa de residência&nbsp;<a href="https://bit.ly/ConexaoDistrito-MTH" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conexão Distrito</a>, realizado pelo&nbsp;<a href="http://manaustechhub.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manaus Tech Hub</a>, espaço de inovação do&nbsp;<a href="https://www.sidia.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia</a>&nbsp;e o Distrito Industrial. O programa incentiva startups de todo o Brasil a desenvolverem soluções tecnológicas para problemas reais das indústrias instaladas no Polo Industrial de Manaus.</p>



<p>A primeira rodada do Conexão Distrito selecionou startups de diferentes regiões do Brasil para desenvolverem soluções inovadoras para os desafios enfrentados pela Tutiplast e Electrolux da Amazônia, tais como desperdícios, falhas nos processos e produtos, estoques elevados, controle de rastreabilidade e qualificação técnica.</p>



<p>Esse exemplo retrata que com a necessidade de inovação tecnológica para sobrepujar os efeitos da crise, a inovação aberta reduz tempo e custo no desenvolvimento de novas soluções, pois permite às startups a adaptação da base de conhecimento, incorporar novas tecnologias e dar vazão para as invenções desenvolvidas por diferentes atores do ecossistema.</p>



<p>No cenário atual, que exige a cooperação das indústrias, empresas, pesquisadores e sociedade, a produção restrita do conhecimento e de tecnologia retardará a recuperação econômica, afetada de forma intensa durante esta pandemia. A inovação aberta é um caminho necessário para que a retomada da economia seja possível no menor espaço de tempo. Hoje, existem diversos agentes no setor que incentivam essa prática em prol de um país mais desenvolvido, em busca sempre das melhores conexões para beneficiar diversos setores com tecnologias e projetos de alta qualidade. Vale a pena ficar de olho!</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://distrito.me/wp-content/uploads/2021/07/circle-cropped-20.png" alt="" class="wp-image-42197" width="168" height="168"/></figure>



<p><a href="https://www.linkedin.com/in/daniel-goettenauer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Goettenauer</a>&nbsp;é especialista em Inovação no Manaus Tech Hub/Sidia, com experiência no ecossistema de inovação brasileiro em aceleradora de startups, coworking, eventos e comunidades. Mestrando em Propriedade Intectual e Inovação, com MBA Gerenciamento de Projetos – FGV, Especialista em Governança – Senac Rio, Graduado em Sistemas de Informação, Publicidade e Desenvolvimento de Software.</p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/a-inovacao-aberta-e-o-caminho-para-a-retomada-da-economia/">A inovação aberta é o caminho para a retomada da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
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		<item>
		<title>Artigo: Por que participar de programas desenvolvidos para startups?</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/artigo-por-que-participar-de-programas-desenvolvidos-para-startups/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:31:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[artigo mth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. No ecossistema de inovação, muito ouvimos falar sobre as operações de incubadoras e aceleradoras, porém, além dessas, existem outros programas no mercado desenvolvidos e planejados para startups nos mais diversos estágios de operação. Pensando nisso, é interessante que sua startup entenda em que fase se encontra [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/artigo-por-que-participar-de-programas-desenvolvidos-para-startups/">Artigo: Por que participar de programas desenvolvidos para startups?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/por-que-participar-de-programas-desenvolvidos-para-startups/">Portal Na Cuia da Cris</a></em>.</p>



<div style="height:41px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>No ecossistema de inovação, muito ouvimos falar sobre as operações de incubadoras e aceleradoras, porém, além dessas, existem outros programas no mercado desenvolvidos e planejados para startups nos mais diversos estágios de operação.</p>



<p>Pensando nisso, é interessante que sua startup entenda em que fase se encontra para avaliar quais programas se encaixam melhor no momento. De um modo geral, as fases são:</p>



<div style="height:38px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list"><li>Ideação – a startup não possui protótipo ou produto, e não realizou testes de mercado;</li><li>Operação – a startup já possui MVP e resultados mínimos de mercado;</li><li>Tração – a startup possui produto, faturamento mínimo e <a href="https://www.instagram.com/p/CIqIr6eiuqM/"><em>early adopters</em></a>;</li><li>Scale-up – a startup registra faturamento crescente e aquisição de novos clientes/usuários;</li></ul>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Para saber mais sobre as fases de uma startup, você pode verificar nesse artigo da Abstartups “<a href="https://abstartups.com.br/fases-de-uma-startup-saiba-tudo-sobre-cada-etapa/">Fases de uma startup: saiba tudo sobre cada etapa</a>”.</p>



<div style="height:41px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>E como avaliar a participação ou não em programas para startups?</strong></h3>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Entendendo a fase em que se encontra, você e seu time podem avaliar as principais questões de mercado ou gestão que impactam no desenvolvimento da startup e que podem ser desenvolvidas em programas disponíveis no mercado. Como exemplo, pode ser citada a dificuldade que algumas startups têm de se posicionarem no mercado – fator esse que decorre de situações internas e externas.</p>



<p>Por isso, além de conhecer as fases já citadas, uma análise SWOT que analise as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças referentes ao modelo de negócios da startup, pode auxiliar o time a identificar melhor quais produtos ou programas podem agregar valor ao seu desenvolvimento.</p>



<p>Pensando nisso, a startup deve sempre acompanhar sites e instituições de referência no desenvolvimento de programas e ações ao ecossistema de inovação, afinal, as oportunidades de negócio estão em todos os lugares! O&nbsp;<a href="http://manaustechhub.com/">Manaus Tech Hub</a>&nbsp;tem a sua newsletter mensal, onde estamos sempre disparando informações de relevância e oportunidades para quem nos acompanha.</p>



<p>Mas se você chegou até aqui e ainda não sabe como beneficiar a sua startup apostando em novas oportunidades de mercado, confira aqui outros ganhos e benefícios de participar de programas além da incubação e aceleração:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Conexão com outros agentes do ecossistema;</li><li>Dependendo do objetivo do programa, captar investimentos por venture capital;</li><li>Aumentar o portfólio da startup;</li><li>Estar em evidência no mercado.</li></ul>



<div style="height:36px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mas somente startups participam desses programas?</strong></h3>



<div style="height:24px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Futuros empreendedores também têm a oportunidade de desenvolver suas ideias em programas como o&nbsp;<a href="https://www.oceanbrasil.com/educacaoempreendedora/#beginner/">Ocean Begginer</a>, uma iniciativa do Samsung Ocean, que visa desenvolver a cultura empreendedora voltada para tecnologia em universitários, professores e pesquisadores do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima.</p>



<p>Para os empreendedores que estão iniciando, o&nbsp;<a href="https://conectastartupbrasil.org.br/o-programa/">Conecta Startup Brasil&nbsp;</a>busca conectar empreendedores, startups em estágio inicial, empresas, investidores e parceiros em uma ação integrada de ideação, conexão, capacitação e investimentos.</p>



<p>Já para aqueles que se encontram em fase de operação, a FIEMG Lab promove o programa Challenge FIEMG Lab, que atualmente está com inscrições abertas para o&nbsp;<a href="https://fiemglab.com.br/challenge/gerdau/">Gerdau Challenge FIEMG Lab</a>, que objetiva testar novas soluções para a maior empresa produtora de aço no Brasil.</p>



<p>E, voltado ao desenvolvimento da inovação no&nbsp;<a href="https://cristinamonte.com.br/em-processo-de-transformacao-digital-indt-promove-novas-oportunidades-de-negocio-ao-polo-industrial-de-manaus/">Polo Industrial de Manaus</a>, também conhecido como Distrito Industrial, o Manaus Tech Hub abrirá inscrições em abril para seu Programa de Residência –&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/CMCwDtbiS_p/">Conexão Distrito</a>, no qual três indústrias do Polo apresentarão desafios reais vivenciados em sua operação e startups serão selecionadas para desenvolver uma solução/produto que atenda essa necessidade.</p>



<p>Além desses, outros tantos buscam estreitar o relacionamento de startups com empresas, indústrias e instituições, seguindo o modelo de&nbsp;<em>Open Innovation</em>.</p>



<p>Com tantos benefícios, o que você está esperando para criar ou alavancar a sua startup?</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cristinamonte.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Gabriela.png" alt="" class="wp-image-13316" width="200" height="200"/></figure></div>



<p><em>Por Gabriela Aquino,</em></p>



<p><em>do Manaus Tech Hub.</em></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Artigo: Conhece alguma health tech por aí?</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/artigo-conhece-alguma-health-tech-por-ai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 15:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[post recentes]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. Menos de um terço da população brasileira tem acesso aos planos de saúde. Faço parte desse público, tenho um plano e acesso a clínicas de laboratórios e exames. Consigo agendar uma consulta e os exames pela web ou pelo celular, obter os resultados com login e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/conhece-alguma-health-tech-por-ai/">Portal Na Cuia da Cris</a></em>.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Menos de um terço da população brasileira tem acesso aos planos de saúde. Faço parte desse público, tenho um plano e acesso a clínicas de laboratórios e exames. Consigo agendar uma consulta e os exames pela web ou pelo celular, obter os resultados com login e senha, o que é bem prático e economiza tempo.</p>



<p>No entanto, ao chegar nas clínicas e consultórios, ainda é preciso assinar fichas, confirmar nome e data de nascimento aos atendentes, já ocorreram falhas de aguardar e não ser chamada, de ter que voltar outro dia porque não conseguiram checar o CRM do médico pelo carimbo ilegível para realizar um exame ou por não ter todos os protocolos pré-exames cumpridos por falta de atenção da minha parte na leitura do e-mail gigante que descreve os cuidados necessários.</p>



<p>Fato é que ainda há muito a ser explorado no universo de serviços de saúde prestados no Brasil. No artigo anterior do MTH,&nbsp;<a href="https://cristinamonte.com.br/corporate-venture-capital-o-que-eu-tenho-a-ver-com-isso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@paulo.melo</a>&nbsp;traz à luz a relevância das&nbsp;<em>Corporate Ventur</em>es, caracterizadas por qualquer esforço de uma corporação para criar novas iniciativas empreendedoras. Certamente o setor de health techs ou saúde e bem-estar oferta um celeiro de oportunidades para as corporações gerarem maior engajamento e satisfação do seu público.</p>



<p>Outro ator importante na proliferação de iniciativas são as plataformas digitais, que promovem a cocriação de negócios inovadores com o intuito de fazer as ideias prosperarem, de gerar investimentos em negócios escaláveis e de formar um ecossistema consistente que gerem resultados para geral.</p>



<p>A plataforma 100 Open Startups, por exemplo, lança desafios que buscam soluções ofertadas por startups em 22 diferentes áreas de negócio. Somente no segmento de health techs, existem mais de 400 corporações buscando soluções para desafios que entreguem redução de custos e aumento de qualidade dos seus serviços.</p>



<p>Já o ranking TOP 100 Open Startups, selecionou 06 health techs, das 100 startups eleitas.&nbsp;Destaco a ONKOS Diagnósticos Moleculares, pois também foi uma startup de saúde e bem-estar escolhida no ranking do 100 Startups to Watch, é uma startup que oferece serviços diagnósticos de oncologia.</p>



<p>Na divulgação do 100 Startups to Watch, em sua terceira edição em 2020, foram selecionadas startups promissoras no Brasil em 14 áreas de negócio. Muitas das selecionadas atuam no setor financeiro, agronegócios, marketing e TI. Do total, foram 15 startups de saúde e bem-estar.</p>



<p>O foco mais comum das health techs são as plataformas de gestão de saúde e atenção primária e serviços em exames laboratoriais. Porém, começam a surgir iniciativas preocupadas com saúde e bem-estar emocional, análises preditivas de pacientes em trajetória de risco e acompanhamento nutricional.</p>



<p>Apesar de ainda ser pequeno o número de investimentos em health techs, quando comparado ao setor de fintechs – foram US$ 114 milhões investidos em 2020, certamente é muito promissor porque as oportunidades são inúmeras de melhorias nos serviços de saúde e bem-estar e tem muitas empresas nascentes nos últimos anos. Ou seja, há ainda muito por vir.</p>



<p>O Manaus Tech Hub tem um programa de aceleração chamado Green Up Accelerator e selecionou cinco startups no Batch 0 em 2020, com duração de 12 meses de mentorias e conexão com novos negócios do <a href="https://www.sidia.com/">Sidia</a>. Fica de olho nos próximos batchs e se inscreva.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cristinamonte.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Cris_Ogushi-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-13121" width="154" height="192"/></figure>



<p>Por Cristiane Midori Ogushi<em><br>Especialista de Novos Negócios do Sidia</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Referências:</strong></h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-distrito wp-block-embed-distrito"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="BrGh3eKFuc"><a href="https://distrito.me/startups-healthtech/">Healthtech: conheça soluções que as startups de saúde oferecem</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Healthtech: conheça soluções que as startups de saúde oferecem&#8221; &#8212; Distrito" src="https://distrito.me/startups-healthtech/embed/#?secret=BrGh3eKFuc" data-secret="BrGh3eKFuc" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p><a href="https://www.startupstowatch.com.br/#/list?year=20">https://www.startupstowatch.com.br/#/list?year=20</a></p>



<p><a href="https://www.openstartups.net/site/ranking/rankings-%20startups.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.openstartups.net/<wbr>site/ranking/rankings- startups.html</a>&nbsp;</p>
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		<title>Corporate Venture Capital: o que eu tenho a ver com isso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 02:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. Se os termos empreendedorismo e startups já caíram na boca do povo nos últimos anos, é possível que você não tenha ouvido falar (ainda) sobre Corporate Venture. Segundo a Endeavor [1], Corporate Venture é a expressão utilizada para caracterizar qualquer esforço de uma corporação para criar novas iniciativas empreendedoras, sejam elas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/corporate-venture-capital-o-que-eu-tenho-a-ver-com-isso/">Portal Na Cuia da Cris</a></em>.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Se os termos empreendedorismo e startups já caíram na boca do povo nos últimos anos, é possível que você não tenha ouvido falar (ainda) sobre <em>Corporate Venture</em>. Segundo a <a href="https://endeavor.org.br/">Endeavor </a><a href="https://endeavor.org.br/open-innovation/corporate-venture-crescer-junto/">[1]</a>, <em>Corporate Venture</em> é a expressão utilizada para caracterizar qualquer esforço de uma corporação para criar novas iniciativas empreendedoras, sejam elas internas ou externas.</p>



<p>Na busca por inovar, as grandes corporações entenderam que criar iniciativas internas do zero não é o único caminho a seguir, muito menos o mais fácil e menos arriscado. Em adição aos esforços internos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, os&nbsp;<em>corporate ventures</em>&nbsp;se apresentam como um meio de acesso a novas tecnologias e modelos de negócios que aceleram o processo de experimentação nas grandes corporações.</p>



<p>Segundo uma recém-lançada pesquisa&nbsp;<a href="https://www.brangels.global/">[3]</a>, apenas 28% das empresas têm um programa de&nbsp;<em>corporate venture</em>&nbsp;para investir ou acelerar startups. Os dados apontam que há muito espaço para o desenvolvimento de iniciativas voltadas à colaboração entre grandes empresas e empresas nascentes.</p>



<p>Por outro lado, 38% dos participantes responderam que planejam implementar programas nos próximos dois anos, revelando um aumento do interesse das organizações em atuar no&nbsp;<a href="https://cristinamonte.com.br/ministerio-da-economia-e-sebrae-vao-investir-r-44-milhoes-para-apoiar-startups/">ecossistema de startups</a>. A pesquisa mostra ainda que a maior parte (29%) dos programas foi implementada no último ano, um provável reflexo da necessidade de acelerar a transformação digital no pós-pandemia – 71% responderam que este interesse aumentou depois da Covid-19.</p>



<p>Desde o seu surgimento no final de 2019, o&nbsp;<a href="http://manaustechhub.com/">Manaus Tech Hub</a>&nbsp;(MTH)&nbsp;<a href="https://www.manaustechhub.com/">[4]</a>&nbsp;tem sido um espaço de promoção da inovação aberta para grandes empresas se conectarem a startups, principalmente na região de Manaus. Em março, o MTH iniciará o seu primeiro programa voltado a&nbsp;<em>Corporate Venture</em>&nbsp;locais. Chamado Conexão Distrito&nbsp;<a href="http://manaustechhub.com/conexao-distrito/">[5]</a>, o objetivo do programa é conectar empresas do Polo Industrial de Manaus a startups nacionais que possam resolver problemas identificados nas indústrias participantes.</p>



<p>Se <em>Corporate Ventures</em> têm se mostrado um caminho mais seguro para grandes corporações se conectarem a startups, Aceleradoras têm desempenhado um papel valioso ao criarem programas específicos para corporações que desejam se conectar a startups, mas ainda não sabem como fazê-lo. As enormes diferenças entre grandes corporações e startups muitas vezes criam obstáculos que frustram as tentativas de interações entre as duas partes.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cristinamonte.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Paulo.png" alt="" class="wp-image-12765" width="195" height="195"/></figure>



<p><strong>Por Paulo Melo</strong></p>



<p><em>Gerente Sênior de Novos Negócios do Sidia e do Manaus&nbsp;Tech Hub</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Artigo: Diversidade no Ecossistema de Inovação</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/artigo-diversidade-no-ecossistema-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 14:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[post recentes]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. O termo ‘diversidade’ vem ganhando força nos últimos anos e cada vez mais se fala da importância de construir um ambiente diverso. Mas na prática, como isso funciona? E por que é tão importante falarmos sobre isso? De acordo com uma pesquisa nacional feita pela Abstartups em parceria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/diversidade-no-ecossistema-de-inovacao/">Portal Na Cuia da Cris</a>.</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading">O termo ‘diversidade’ vem ganhando força nos últimos anos e cada vez mais se fala da importância de construir um ambiente diverso. Mas na prática, como isso funciona? E por que é tão importante falarmos sobre isso?</h4>



<p>De acordo com uma <a href="https://abstartups.com.br/mapeamento-de-comunidades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa nacional</a> feita pela Abstartups em parceria com o Sebrae, 87,7% das startups brasileiras dizem apoiar a diversidade. Porém, 26,6% não possuem nenhuma mulher no time, apenas 4,6% empregam pessoas transexuais e 6,7% pessoas com deficiência, somente 5,8% dos <em>founders</em> são negros e 12,6% são mulheres. Se a grande maioria é apoiadora da diversidade, então por que os números ainda retratam minorias absolutas?</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading">O ecossistema de inovação é naturalmente disruptivo e ágil, então, por que não o tornar inclusivo?</h4>



<p>É preciso transformar o discurso em números, adaptando o processo seletivo, a cultura organizacional, a gestão e o time. Não basta falarmos que apoiamos a diversidade se não fizermos nada prático que a torne nossa realidade.</p>



<p>A diversidade e&nbsp;<a href="https://cristinamonte.com.br/contribuir-para-a-valorizacao-e-inclusao-do-profissional-lgbt-e-papel-de-todo-lider/">inclusão social</a>&nbsp;acarreta grande impacto no ecossistema como um todo, além da representatividade que times diversos trazem, há também uma troca de experiências e ideias que enriquecem a inovação em seu processo criativo.</p>



<p>Além disso, inúmeras pesquisas retratam o aumento da saúde organizacional, da felicidade, da produtividade e até mesmo da rentabilidade. Entre essas, a pesquisa&nbsp;<a href="https://www.mckinsey.com/br/~/media/McKinsey/Locations/South%20America/Brazil/Our%20Insights/Diversity%20Matters/DiversityMatters_EN.pdf?shouldIndex=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Diversity Matters: America Latina”</a>&nbsp;da Mckinsey &amp; Company, publicada em julho de 2020, relaciona a diversidade étnica, cultural, de gênero, raça e sexo com a saúde organizacional e a performance financeira em empresas da América Latina e sugere que “a diversidade é um poderoso capacitador de práticas saudáveis e melhores resultados.”</p>



<p>Apoiar a diversidade é um importante passo, mas é necessário que sejamos também comprometidos com ela. O respeito e a diversidade devem estar nas reuniões semanais, nos critérios do processo de seleção, na cultura formal e informal da empresa, na liderança, na forma de gerir, nos valores, e principalmente nas micro ações do dia a dia.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><em>Por Gabriela Aquino, do&nbsp;</em><em>Manaus Tech Hub</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Artigo: O sucesso de um ecossistema de inovação</title>
		<link>https://www.manaustechhub.com/artigo-o-sucesso-de-um-ecossistema-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin MTH]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 02:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[post recentes]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[artigo mth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. Um ecossistema de inovação é formado por diversos atores, dentre eles as aceleradoras, incubadoras, universidades, centros de pesquisas, e o principal deles: os negócios inovadores de base tecnológica (startups) e seus empreendedores. São as startups as responsáveis pelas aplicações de novos modelos de negócios e pela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.manaustechhub.com/artigo-o-sucesso-de-um-ecossistema-de-inovacao/">Artigo: O sucesso de um ecossistema de inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.manaustechhub.com">Manaus Tech Hub</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/o-sucesso-de-um-ecossistema-de-inovacao/">Portal Na Cuia da Cris</a></em><span style="text-decoration: underline;">.</span></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Um ecossistema de inovação é formado por diversos atores, dentre eles as aceleradoras, incubadoras, universidades, centros de pesquisas, e o principal deles: os negócios inovadores de base tecnológica (<a href="https://cristinamonte.com.br/startups-brasileiras-de-blockchain-podem-receber-r-5-milhoes-em-investimento/"><em>startups</em></a>) e seus empreendedores.</p>



<p>São as startups as responsáveis pelas aplicações de novos modelos de negócios e pela utilização de ferramentas e processos que facilitam a vida das pessoas que, consequentemente, serão impactados de maneira positiva.</p>



<p>Manaus (AM) possui um ecossistema com essas características, o Jaraqui Valley. Fundado em 2014, ele é referência nacional e já foi responsável, inclusive, por criar negócios milionários como o Neemu e a Ingresse.</p>



<p>Recentemente, tivemos notícias que animam o ambiente como, por exemplo, investimentos acontecendo nas <em>startups</em> Buritech, Eu Direto, Onisafra, Navegam, Backlog, Lutti e Communy, além do IPO (abertura de capital) da mineira Méliuz, cuja operação técnica é realizada em solo manauara.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading"><em>E como saber se o ecossistema vem se desenvolvendo?&nbsp;</em></h4>



<p>Investimentos e faturamento são um bom termômetro. No entanto, em pesquisas recentes, promovidas por instituições como a&nbsp;<a href="https://endeavor.org.br/">Endeavor Brasil</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://portal.fgv.br/">FGV</a>, Manaus figura como um dos piores ambientes para captação de recursos e investimentos. Ainda assim, os negócios por aqui são promissores e consistentes, mostrando pelo faturamento das startups citadas anteriormente, que temos algo relevante acontecendo na região Norte do Brasil.</p>



<p>Demonstrando maturidade e crescimento, a tendência para os próximos anos é a atração de mais capital de risco e o surgimento de novas&nbsp;<em>startups</em>,desenvolvendo, assim, um ecossistema maduro e fortalecendo o Polo Digital de Manaus.</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cristinamonte.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Daniel-Goettenauer_MTH-scaled.jpeg" alt="" class="wp-image-11425" width="272" height="181"/></figure>



<p><em>Por Daniel Goettenauer</em></p>



<p><em>Manaus Tech Hub</em></p>
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		<title>LGPD: O que é e quais riscos sua startup corre se não se adequar?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 02:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo original publicado no Portal Na Cuia da Cris. A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, Lei nº 13.709/2018, é uma lei que estabelece parâmetros de como os dados pessoais dos brasileiros devem ser coletados, armazenados, processados e destruídos. Se a sua startup pede, pediu ou pedirá dados que identifiquem alguém, é preciso [&#8230;]</p>
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<p>Artigo original publicado no <em><a href="https://cristinamonte.com.br/lgpd-o-que-e-e-quais-riscos-sua-startup-corre-se-nao-se-adequar/">Portal Na Cuia da Cris</a>.</em></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, Lei nº 13.709/2018, é uma lei que estabelece parâmetros de como os dados pessoais dos brasileiros devem ser coletados, armazenados, processados e destruídos. Se a sua startup pede, pediu ou pedirá dados que identifiquem alguém, é preciso ficar atento(a) à nova legislação que entrou em vigor em 18 de novembro deste ano. </p>



<p>Primeiro, é preciso entender que tipos de dados estão sendo protegidos pela lei. A LGPD visa proteger dados pessoais, quais sejam, toda informação que pode identificar ou que torne identificável quem é a pessoa natural dona desses dados.</p>



<p>Dentro desse conceito estão os dados sensíveis que são informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico. Estes últimos recebem uma proteção maior da lei, sendo em todos os casos obrigatório o consentimento do titular, exceto quando a finalidade for obrigação legal.</p>



<p>Não é que a LGPD vem para proibir o uso de dados pessoais, mas sim regulamentar o uso destes e proteger a privacidade do titular de dados. As permissões para tratamento de dados estão elencadas na lei. São elas: </p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list"><li>Colhido o consentimento do titular;</li><li>Legítimo interesse do operador/controlador;</li><li>Cumprimento de obrigação legal;</li><li>Execução de políticas públicas;</li><li>Realização de estudos por órgãos de pesquisa;</li><li>Necessário para a execução de contrato;</li><li>Exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral;</li><li>Proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro;</li><li>Tutela da saúde;</li><li>Proteção do crédito.</li></ul>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Se o tratamento feito pelo operador/controlador se enquadrar em qualquer uma das justificativas acima, o tratamento é perfeitamente legal.</p>



<p>O risco de não se adequar à LGPD é de sofrer sanções administrativas das seguintes naturezas: advertência, multa simples de até 2% do faturamento da startup limitada a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), multa diária, publicização da infração, bloqueio de bens, suspensão do funcionamento do banco de dados, suspensão das atividades de tratamento de dados e/ou eliminação dos dados pessoais referentes às infrações. Como podemos observar, as penalidades têm potencial de causar grandes danos às startups.</p>



<p>Por isso, é preciso se adequar a essa nova realidade e evitar criar um passivo para suas atividades. Para se adaptar, é necessário tanto conhecimento jurídico da lei quanto conhecimentos técnicos de informática capazes de adaptar os sistemas utilizados no tratamento de dados.</p>



<p>E aí, estão preparados para LGPD?</p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cristinamonte.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Danielle_MTH-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-11367" width="291" height="218"/></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><em>Por Danielle Vieira</em>, do Manaus Tech Hub</h4>
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